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POLÍCIA CIVIL ESCLARECE CASOS DE ATAQUE CONTRA MULHERES EM CHAPECÓ E REGIÃO#

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ImprimirReportar erroTags:chapecó, polícia, mulher, homem, pelo, crimes e vítima459 palavras4 min. para ler
A Polícia Civil esclareceu os casos de ataque contra mulheres em Chapecó e região. Segundo os investigadores, um homem de 34 anos estuprou e esfaqueou uma mulher em Seara (SC) e tentou abusar outras três mulheres. As informações foram passadas pelos delegados Thiago de Oliveira, Estevão Viera e José Stang, no auditório da 12ª Delegacia Regional de Polícia, em Chapecó (SC).
O homem de 34 anos foi detido nesta segunda-feira (29), pela Polícia Militar. Segundo os policiais, no dia 20 de julho, ele abordou uma mulher em Chapecó e levou até Seara, onde ele atacou, estuprou e cortou um dedo da vítima. O suspeito ainda furtou o carro da vítima e abandonou próximo ao centro de Chapecó.
No dia 27 de julho, próximo às 23h, o homem ameaçou uma mulher com uma faca, mas não conseguiu o ato sexual. Pouco tempo depois ele atacou outra mulher e também não conseguiu o abuso.
Os delegados contaram que no dia 28 de julho, próximo ao shopping, em Chapecó, ele atacou a sua quarta vítima, mas também não conseguiu o ato sexual. Um fato que chamou atenção dos investigadores é que as vítimas eram todas mulheres loiras.
Para os policiais, o suspeito disse que não recordava dos crimes sexuais que cometeu. Ele é usuário de cocaína e sofre de transtornos mentais. Ele era taxista há oito anos e é natural de Caxambu do Sul (SC).
O homem tinha passagem pela polícia por tentativa de homicídio, em 2013. O mandado de prisão preventiva foi cumprido pela Polícia Civil, e ele foi encaminhado ao Presídio Regional de Chapecó.
O suspeito de sequestrar e estuprar uma mulher e atacar outras três em Chapecó, no Oeste, teve a prisão preventiva decretada pelo juiz Jeferson Osvaldo Vieira, da 1ª Vara Criminal da comarca, no início da noite desta segunda-feira. De acordo com a decisão, mantê-lo preso impede a ocorrência de novos ataques e a coação de vítimas e testemunhas do processo.
O texto cita que o homem, de 34 anos, demonstra periculosidade "pelo fato de que, após o primeiro crime sexual e incisivas ameaças para que não fosse denunciado à polícia, o agressor feriu a vítima com golpe de canivete, o que indica estar disposto, se necessário, a investir contra a integridade física ou vida de suas vítimas”. Além disso, segundo o magistrado, cometer quatro crimes da mesma natureza em uma semana indica o firme propósito do autor de cometer novas ações delituosas.
"O risco concreto de reiteração na prática de crimes é também evidenciado pelo fato de que o indiciado está pronunciado pelos crimes de homicídio tentado, qualificado por motivo fútil, e porte ilegal de arma de fogo, ação penal em que deverá ser levado a julgamento pelo Tribunal do Júri caso o recurso que interpôs seja desprovido”, acrescenta a decisão.

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