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Medalhões ficam fora de semi e põem em xeque política de reforços do Inter#

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ImprimirReportar erroTags:vitinho, são, empate, foi, libertadores, anderson e lisandro711 palavras6 min. para ler

De sete reforços, apenas Lisandro López se firmou entre os titulares de Aguirre
Léo, Réver, Nilton, Nicolás Freitas, Anderson, Vitinho e Lisandro López. Os nomes empolgaram a torcida no início da temporada em busca do tricampeonato da Libertadores. Sete meses depois e com a eliminação do torneio, a realidade aponta apenas o centroavante argentino destoar do pacote trazido pela direção. O que deixa dúvidas sobre a política de reforços do clube.
A cúpula se mexeu e trouxe uma gama de jogadores a Diego Aguirre. O uruguaio pediu Nico e Lisandro e os recebeu. Só que as contratações "pomposas” da direção não vingaram. Pelo contrário. O que se viu foi o técnico, após um período de análises, dar chances a garotos como William, Geferson, Rodrigo Dourado, Sasha e Valdívia. 

Na derrota por 3 a 1 para o Tigres na última quarta-feira no México, só Lisandro esteve entre os titulares - o gringo, aliás, foi o autor do gol colorado, aos 43 minutos do segundo tempo. Nilton, Vitinho e Anderson viajaram, mas sequer ficaram no banco. 
Léo foi trazido do Flamengo para acabar com o problema da lateral direita. Teve um desempenho tão abaixo da expectativa que acabou cortado dos jogadores inscritos para as semifinais da Libertadores.
Réver, com uma entorse no tornozelo direito, não viajou. Entretanto, trazido para ser o xerife da zaga e ser o parceiro de Juan, ainda não decolou. Virou alternativa de Ernando e Alan Costa. Acumulou atuações abaixo do esperado. Na vitória por 2 a 1 sobre o Caxias, por exemplo, cometeu um pênalti ao cair com a mão em cima da bola. O principal e raro bom momento do defensor foi ao mostrar seu lado artilheiro e fazer o gol da vitória por 3 a 2 sobre o Emelec, no longínquo 4 de março. 
As principais decepções repousam sobre Anderson e Vitinho. O canhoto chegou como a maior contratação da temporada. Logo na estreia, perdeu um pênalti no empate em 0 a 0 com o Cruzeiro-RS. Demorou a entrar em forma. Até melhorou sua condição física, tendo sido destaques no empate em 1 a 1 com o Vasco, no de 0 a 0 com o São Paulo e no triunfo por 2 a 0 sobre o Coritiba, mas ainda oscila de rendimento. 
Já o atacante teve um bom começo, com dois gols na estreia no empate em 4 a 4 com o São José-RS pelo Gauchão. Aos poucos, também amargou atuações irregulares e perdeu espaço. Em certo momento, o pai de Vitinho esteve em Porto Alegre para ajudar o filho a se focar e ganhar espaço no elenco.

Só para se ter uma ideia, nos 12 jogos do clube gaúcho pela Libertadores, Anderson atuou em apenas dois. Vitinho disputou quatro (em um deles, no empate em 1 a 1 com o Emelec, fez o gol colorado). Na decisão do Gauchão, também sobraram do banco. 
Quando o começou 2015, todavia, a confiança nas contratações era grande. Após o empate em 4 a 4 com o São José-RS, Piffero deu um "pitaco" na escalação do uruguaio, preterindo a utilização dos jovens em relação aos medalhões.
- Nós colocamos nomes à disposição do técnico. Sem dúvida, precisamos de um jogador que marque mais do que o Sasha, não que ele seja o problema, acho importante testar esquemas de jogos. Isso forma a convicção, faz parte da construção. Montamos um elenco importante e agora é hora de construir a equipe para que cada jogador seja acertado nas posições que o treinador imagina.
No Brasileirão, como Aguirre optava em preservar o time titular, muitos receberam chances.  Na derrota por 3 a 0 para o Atlético-PR na estreia da competição, ambos estiveram em campo e pouco contribuíram. Após o jogo, o uruguaio comentou sobre a dupla:
- O Vitinho tentou, mas não teve um bom jogo. São coisas que ocorrem. Obviamente que as nossas expectativas, não só sobre o Vitinho, mas de outros, são grandes. Esperamos que eles ajudem mais o time.
Agora, com a saída da Libertadores, a tendência é que voltem a ser alternativas, a menos que apresentem o futebol deles esperado desde o início da temporada.
Agora, o Inter retoma o foco no nacional. O time está em 10º lugar 19 pontos - 10 atrás do líder Atlético-MG - enfrenta no domingo a Ponte Preta. A partida está marcada para as 16h, no Moisés Lucarelli, em Campinas. 

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