Voltar ao topo.Ver em Libras.
93,3 FMOuça ao vivo
Tocando agora: Daqui a pouco mais músicas na Oeste Capital!

HOMEM MATA FILHO E DEPOIS SE MATA EM CHAPECÓ

« Última» Primeira🛈
ImprimirReportar erroTags:esteve, vizinhos, as, causas, motivações, são, investigadas e ainda310 palavras4 min. para ler
HOMEM MATA FILHO E DEPOIS SE MATA EM CHAPECÓVer imagem ampliada
Um homem, de 31 anos, é suspeito de matar seu filho, de dois anos, e depois se matar,no Loteamento Alice II, Bairro Efapi em Chapecó. Os dois foram encontrados sem vida pela Polícia Militar (PM) na tarde de quarta-feira (14).

A guarnição da PM foi acionada para uma ocorrência de homicídio e suicídio. No local, eles visualizaram pela janela uma senhora, de 63 anos, com ferimentos graves. Ao entrar na residência, os dois corpos foram identificados no mesmo cômodo, sendo que o homem estava com uma faca ao lado do corpo.

Ele foi identificado como Fernando Prazido, e a criança, de dois anos, como Matheus Prazido. A senhora – mãe do suspeito -, Doralina Prazido foi atendida pelo SAMU e encaminhada ao Hospital Regional do Oeste em estado gravíssimo. Ela possuía ferimentos no rosto e passou por uma cirurgia durante a noite.

De acordo com informações preliminares, Fernando estaria em casa com sua mãe e seu filho quando teria atacado-os com facadas e agressões com uma barra de ferro. Porém, as causas e motivações do caso são investigadas pela Polícia Civil.

Ainda de acordo com a Polícia Militar, vizinhos informaram que a família sempre foi tranquila, sem históricos de brigas. Também, foi informado que a mãe de Fernando frequentava a APAE.

A esposa do homem, mãe da criança, não estava no local no momento os fatos. A PM informou que ela chegou na residência enquanto a área era isolada, bastante abalada, e teve que ser conduzida ao Hospital pelo SAMU.

De acordo com a Polícia Militar, ele teria mandado um áudio em que mencionava o crime para sua irmã. Na mensagem, Fernando Prazido disse que tinha feito uma besteira e iria se matar.

O caso é investigado pelo Delegado Rodrigo Moura, da Divisão de Investigação Criminal (DIC) da Polícia Civil de Chapecó. O Instituto Geral de Perícias (IGP) também esteve no local.

Fonte:ClicRDC, Foto: Diego Antunes/ClicRDC

Últimos recados

Curta o nosso site!