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Centro para reabilitação com capacidade para até 170 animais marinhos é inaugurado em SC

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Centro para reabilitação com capacidade para até 170 animais marinhos é inaugurado em SCVer imagem ampliada
Na quarta-feira (28), foi inaugurado no Parque Estadual do Rio Vermelho, em Florianópolis, o Centro de Reabilitação e Despetrolização de Animais Marinhos. O espaço foi feito para receber 120 pinguins, 50 aves voadoras, dois leões/lobos-marinhos e um golfinho, simultaneamente. A ideia é que os animais marinhos resgatados no estado façam tratamento, sendo reabilitados antes de retornarem ao habitat. O local foi idealizado pelo Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS), coordenado pela Universidade do Vale do Itajaí (Univali), e tem 3 mil metros quadrados de área construída. Tem ainda ambulatório, salas de estabilização, internação e isolamento, laboratório de análises clínicas, sala de necropsia para ocorrências de animais encontrados mortos, e cozinha para preparação de alimentos para animais e área administrativa.
O centro será administrado pela Associação R3 Animal, uma das instituições executoras do PMP-BS, por meio de parceria com o Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA-SC) e a Polícia Militar Ambiental. “Embora tenha trabalho na maioria dos centros de reabilitação de animais marinhos do país, não posso afirmar que seja o maior do Brasil, mas posso dizer com certeza que este é o mais bem equipado”, declarou a veterinária do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) Patrícia Serafim.
O PMP-BS avalia a interferência sobre as aves, tartarugas e mamíferos marinhos das atividades de produção e do escoamento de petróleo. Com o monitoramento, feito no litoral de Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro, os animais vivos achados são avaliados e recebem atendimento veterinário. Depois, são encaminhados a um dos centros de reabilitação. Após o tratamento, eles são avaliados e, se estiverem aptos, são marcados e soltos. Com isso, pode ser feito um acompanhamento, caso o animal reapareça em outra região. E, no caso de animais mortos, pode ser identificada a causa da morte.
Fonte: G1SC
Foto: Anne Caroline Anderson/Fatma/Divulgação
 
 
 

Fonte:G1SC
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