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⚡ Em Resumo:


  • O que é: Entidades empresariais reagiram ao novo tarifaço dos Estados Unidos contra produtos brasileiros e pediram que o governo priorize negociações antes de aplicar medidas de reciprocidade.


  • Números principais: Os EUA anunciaram uma tarifa adicional de 12,5% sobre produtos brasileiros, além de uma taxa anterior de 25%.


  • Onde: A medida envolve as relações comerciais entre Brasil e Estados Unidos e pode afetar empresas exportadoras brasileiras.


  • Quem afeta: Indústrias, trabalhadores e consumidores brasileiros podem sentir impactos com possíveis retaliações comerciais, aumento de custos e mudanças nos preços.



Como os setores produtivos reagiram ao novo tarifaço dos Estados Unidos?

Entidades que representam empresas brasileiras manifestaram preocupação com o novo tarifaço anunciado pelos Estados Unidos e defenderam que o governo brasileiro priorize o diálogo para evitar uma escalada comercial entre os dois países.

O posicionamento ocorre após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciar que o Brasil pretende iniciar os procedimentos previstos na Lei de Reciprocidade Econômica como resposta às medidas adotadas pelo governo americano.

Qual é o valor das novas tarifas aplicadas pelos Estados Unidos?

O governo dos Estados Unidos anunciou uma tarifa adicional de 12,5% sobre produtos brasileiros, com a justificativa de que países, incluindo o Brasil, não teriam adotado medidas suficientes para impedir a entrada de mercadorias produzidas com trabalho forçado.

Essa é a segunda medida tarifária anunciada recentemente contra produtos brasileiros. Antes, os Estados Unidos já haviam divulgado uma tarifa de 25%, relacionada a alegações de práticas econômicas consideradas desleais pela administração americana.

Por que entidades defendem cautela na resposta brasileira?

A Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) afirmou que acompanha a decisão com preocupação e defendeu a retomada das negociações diplomáticas.

A entidade declarou que não apoia medidas de retaliação comercial neste momento e avaliou que uma resposta imediata poderia aumentar as tensões e prejudicar o ambiente econômico.

A Câmara Americana de Comércio para o Brasil (AmCham Brasil) também se posicionou contra a aplicação de medidas de reciprocidade, afirmando que uma escalada comercial poderia trazer impactos para empresas, trabalhadores e consumidores.

O que diz a Confederação Nacional da Indústria sobre o tarifaço?

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) defendeu que o Brasil mantenha as negociações com os Estados Unidos como principal caminho para tentar resolver o impasse.

O presidente da entidade, Ricardo Alban, afirmou que a continuidade do diálogo deve ser a prioridade neste momento.

Como funciona a Lei de Reciprocidade que o Brasil pretende utilizar?

A Lei de Reciprocidade Econômica estabelece etapas antes da adoção de possíveis contramedidas comerciais.

O processo prevê consultas públicas para ouvir setores interessados, análise dos pedidos apresentados e, somente depois, a possibilidade de recomendar medidas de resposta.

Diplomatas brasileiros avaliam que, caso o mecanismo seja utilizado, a reação precisa ser calculada para evitar prejuízos maiores à economia nacional.

Quais podem ser os impactos para empresas e consumidores brasileiros?

Setores empresariais avaliam que uma disputa comercial prolongada pode afetar exportadores, gerar insegurança para investimentos e aumentar custos em algumas cadeias produtivas.

As entidades defendem que a negociação entre Brasil e Estados Unidos avance para reduzir os impactos sobre empregos e preços ao consumidor.

Fonte: G1

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Tags:unidos, estados, relações, brasileiros, medidas, reciprocidade e dos535 palavras6 min. para ler
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