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MPF confirma participação de Nuzman na `farra dos guardanapos`, em Paris

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MPF confirma participação de Nuzman na `farra dos guardanapos`, em ParisVer imagem ampliada
O Ministério Público Federal confirmou que Carlos Arthur Nuzman, presidente diz Comitê Olímpico Brasileiro, preso na manhã desta quinta-feira (5), participou da festa conhecida como Farra dos Guardanapos, em Paris, em que membros do governo do Rio e empresários celebravam com bebidas os esquemas que o grupo arquitetava. Segundo a procuradora Fabiana Schneider, há forte suspeita de que outros membros do comitê eleitoral para a Olimpiada de 2016 tenham recebido propina para escolher o Rio como cidade sede.


“Ele estava presente na festa dos guardanapos poucos dias antes do pagamento da empresa Match Lock a Papa Diack”, explicou a procuradora Fabiana, referindo-se a um dirigente que recebeu U$ 2 milhões para votar no Rio na eleição realizada em 2009. “Enquanto os medalhistas olímpicos buscavam a a taiosonhada medalha de ouro, dirigentes o Comitê Olímpico guardavam o seu ouro na Suiça”, afirmou.
Nuzman e Leonardo Gryner, ex-diretor de operações do comitê Rio 2016 e braço-direito do presidente, foram presos na manhã desta quinta-feira (5), no Leblon e em Laranjeiras, respectivamente. O presidente do COB é suspeito de intermediar a compra de votos de integrantes do Comitê Olímpico Internacional (COI) para a eleição do Rio como sede da Olimpíada de 2016. O pedido de prisão temporária foi decretado pelo juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal.
“Existia um esquema de ganha-ganha na organização criminosa. Não bastava ganhar as olimpíadas; a organização recebeu benefícios com a realização da Olímpiada”, explicou o procurador federal Rodrigo Timóteo, citando principalmente o empresário Arthur Soares, conhecido como Rei Arthur, que celebrou vários contatos vantajosos com o governo do Estado após a vitória para ser sede dos Jogos. Ainda segundo o Ministério Público, a investigação encontrou um dossiê produzido por Sérgio Côrtes, ex-secretário de Saúde do estado, que também foi fundamental para a elucidação do esquema criminoso, assim como a troca de e-mails entre suspeitos.
 
Em nota, o Comitê Olímpico Internacional (COI) disse que está cooperando e pediu às autoridades brasileiras informações completas para dar seguimento às investigações internas da comissão de ética do COI. O Comitê afirmou também que sua comissão de ética pode tomar medidas provisórias contra Nuzman.
Fonte: G1


Foto: Reprodução

Fonte:G1
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