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LEVANTAMENTO ALERTA PARA ALTO RISCO DE EPIDEMIA DO MOSQUITO AEDES AEGYPTI EM CHAPECÓ

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ImprimirReportar erroTags:foram, casos, mosquito, registrados, negativos, investigados, imóveis e focos660 palavras11 min. para ler

O Levantamento de Índice Rápido de Aedes aegypti (LIRAa) apontou que Chapecó corre alto risco de epidemia do mosquito Aedes aegypti. Segundo a Administração Municipal, o resultado da apuração realizada neste mês mostra um índice de infestação considerado de médio risco (maior ou igual a 1 a menor ou igual 3,9%). O Índice de Infestação Predial (IIP) registrado na cidade foi de 2,8%. O mosquito Aedes aegypti foi encontrado, na forma de larva e/ou pupa, em 108 recipientes, dispostos em 95 imóveis. Todos os bairros amostrados estão em condições de infestação média ou alta. Esse resultado revela que o município encontra-se em alto risco para uma epidemia. A amostragem do LIRAa alcançou 3.411 imóveis na cidade e atingiu 100% das visitas programadas. Os focos estão espalhados em todos os bairros visitados. 
O LIRAa é a metodologia recomendada pelo Ministério da Saúde para a determinação do Índice de Infestação Predial (IIP) do mosquito vetor da dengue (Aedes aegypti). Através da amostragem de imóveis do município, é possível realizar de forma imediata um diagnóstico da situação da presença do mosquito vetor na cidade.
Essa metodologia é realizada em Chapecó desde 2009. A execução do LIRAa de novembro de 2019 envolveu uma equipe de agentes de endemias do município. No total, 45 pessoas realizaram o trabalho de levantar os dados durante os dias 28 de outubro a 05 de novembro de 2019. Foi programada a amostragem em estratos, constituídos por 48 bairros da cidade, além de que, nesse levantamento não foram incluídos os 12 bairros periféricos. 
Foram programadas visitas em 3.187 imóveis. Conforme a metodologia do LIRAa, são sorteados os quarteirões que serão visitados pelos agentes. São consideradas as perdas devido a impedimentos (imóveis fechados ou recusados). Por isso, as visitas foram realizadas em todos os imóveis abertos do quarteirão. As visitas domiciliares realizadas pelos Agentes de Combate a Endemias têm a função de informar e orientar a comunidade para que sejam adotadas ações de prevenção e controle do mosquito nas suas residências e locais de trabalho. 
Em Chapecó, em 2014 foram registrados 2.686 focos; 2015 foram registrados 846 focos do mosquito; em 2016 foram 514; em 2017 foram 601; em 2018 foram 1023 focos encontrados e em 2019, 1.234 focos encontrados, especialmente nos Pontos Estratégicos – PE, (borracharias, ferro-velho, cemitérios).
Quanto aos tipos de depósitos que apresentam focos do mosquito estão: 49% em lixos e sucatas, 17% em depósitos móveis (baldes, tonéis,…), 15% em pneus, 11% cisternas, 6% em piscinas e 2% em plantas. Em 2019, 1.885 inspeções e vedações de depósitos elevados foram realizadas, 1.149 borrifações foram realizadas, 46.773 pneus foram recolhidos e 61.518 pessoas foram abordadas em ações educativas.
A situação epidemiológica de Chapecó teve em 2016, 3.127 casos investigados de dengue, com confirmação de 820 casos. Já em 2017 foram investigados 507 casos. Em 2018 foram investigados 227 casos, todos negativos. Em 2019, já foram registrados 301 casos, destes, 18 confirmados, 280 negativos e três aguardam resultado.
Os casos de Zika registrados em 2016 foram 38 casos e três positivos. Em 2017, três casos foram investigados e tiveram resultados negativos. Em 2018, teve um caso negativo e dois aguardam confirmação. Em 2019, foram registrados cinco casos suspeitos da doença, todos negativos.
Em relação aos casos de chikungunya, em 2016 foram investigados 166 casos, com confirmação de quatro casos. Em 2017, foram 15 casos investigados com duas confirmações. Em 2018, oito casos negativos foram registrados. Já em 2019, foram registrados oito casos suspeitos da doença: um confirmado e sete negativos.
Proteja-se do mosquito
• É necessário ter um cuidado especial  ao armazenar e destinar o lixo. Mantê-lo em recipiente fechado;
• Não descartar o lixo ou qualquer outro material que possa acumular água no quintal de casa, no quintal de vizinhos, na rua ou em lotes vagos;
• Manter a caixa d’água sempre limpa e totalmente tampada. Além disso, mantenha as calhas livres de entupimentos para evitar represamento de água;
• Eliminar os pratinhos de vasos de plantas. Caso não seja possível, mantenha-os limpos e escovados pelo menos três vezes ao dia;
• Ao trocar os pneus, deixe os velhos na borracharia, para que o destino adequado seja dado a eles;
• Manter limpos e escovados os bebedouros de animais domésticos. A água deve ser trocada diariamente; 
• Manter piscinas sempre em uso e devidamente tratadas.

Fonte:/ Secom Chapecó

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