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Família de Chiarello pede fim de inquérito sem definição da morte

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ImprimirReportar erroTags:fez, servidores, judiciário, arquivado, existe, surjam, novos e probatórios469 palavras7 min. para ler
Família de Chiarello pede fim de inquérito sem definição da morteVer imagem ampliada
Petição foi enviada à Justiça nesta terça após decisão de arquivar processo. Procuradoria-geral da Justiça sustenta versão de que vereador se matou.

O advogado da família do vereador deChapecó, no Oeste catarinense, Marcelino Chiarello, encontrado morto em casa, encaminhou nesta terça-feira (9) uma petição à Justiça pedindo o encerramento do inquérito sem a causa da morte. O documento foi elaborado após a Procuradoria-Geral de Justiça de Santa Catarina decidir manter o arquivamento do processo por entender que o vereador se matou.

O político do PT foi encontrado morto em casa, em Chapecó, no dia 28 de novembro de 2011. Um laudo da Polícia Federal apontou suicídio, mas o parecer elaborado por peritos do Departamento de Medicina Legal da Universidade de São Paulo (USP) indicou que Chiarello foi vítima de homicídio.

Baseado no laudo da PF, em setembro de 2013, o promotor responsável pediu o arquivamento do processo, mas o juiz não acatou a solicitação e encaminhou o caso para a Procuradoria do Ministério Público de Florianópolis.

A resposta ao pedido de reabertura do processo saiu em abril e foi encaminhada ao Fórum de Chapecó. A Procuradoria-Geral de Justiça reavaliou as provas apresentadas e chegou a conclusão de que o vereador cometeu suicídio se enforcando.


As partes foram comunicadas sobre a decisão na última semana. De acordo com o juiz de Direito Jeferson Osvaldo Vieira, da 1ª Vara Criminal de Chapecó, a demora se deu porque a intimação só foi publicada no diário da justiça em 02 de junho devido à greve dos servidores do judiciário.

Segundo o juiz, o processo será arquivado.  “Possibilidade de reabertura existe, desde que surjam novos elementos probatórios. Não há essa possibilidade se for fundada tão somente nos elementos já existentes no processo“, afirmou.

Petição

Segundo o advogado da família Chiarello, Sérgio Martins de Quadros, a petição encaminhada à Justiça pede que não seja definida a causa da morte no encerramento do inquérito. A procuradoria sustenta a versão de suicídio, o que, conforme o advogado, gerou indignação na família, que acredita que o vereador foi morto por motivos políticos.

“A família não acata o parecer do Ministério Público. O crime foi motivado para acobertar crimes políticos. Continuaremos buscando solução em outras instâncias, no Conselho de Direitos Humanos e em Brasília”, afirmou o advogado.


Conforme a petição, a decisão da procuradoria não foi baseada em nenhuma investigação científica. O G1 não conseguiu confirmar com a Justiça o recebimento da petição.

Após a morte do vereador, um Fórum pela vida e contra violência foi criado em Chapecó. O grupo vai se reunir nesta quarta-feira (10) para debater a decisão da procuradoria.


Pedido de Justiça

Em novembro de 2014, amigos e familiares lembraram os três anos da morte do vereador Marcelino Chiarello. Ele estava no segundo mandato. Conforme decisão da procuradoria, ela se destacava pelo número de denúncias que fez.

Fonte:G1
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