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Brasil encerra missão de paz, e haitianos se dividem entre otimismo e medo do futuro

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Brasil encerra missão de paz, e haitianos se dividem entre otimismo e medo do futuro
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Nas ruas de Porto Príncipe, a capital haitiana, os moradores vivem um misto de incerteza e alívio após a decisão das Nações Unidas de encerrar a missão de paz no país. Na quinta-feira (31), o Brasil pôs fim à sua presença no Haiti após 13 anos liderando militarmente a Missão das Nações Unidas para Manutenção no Haiti (Minustah). Para o Exército e o Ministério da Defesa brasileiro, a operação termina com sucesso. Mas muitos haitianos ouvidos pelo G1 na capital temem novos incidentes políticos e que grupos armados tentarem retomar o controle de áreas pacificadas. Ainda assim, outros avaliam que já é hora de o país andar com as próprias pernas. Não se veem mais capacetes azuis da ONU nas ruas. Agora, são agentes de bonés pretos da Polícia Nacional Haitiana (PNH), com cerca de 15 mil homens e armados de fuzis, que estão no controle da situação.
A capital se divide em duas: a parte acima da base do Brasil e da Embaixada dos Estados Unidos, mais nobre, economicamente ativa, com parte dela com iluminação e ruas limpas e pavimentadas, envolvendo em especial os bairros de Delmas e Petion-Ville, e a baixa Porto Príncipe, próxima ao litoral, uma região mais violenta, com enormes quantidades de lixo nas ruas e onde parece que nada mudou nos últimos 10 anos.
O mecânico Carl Hanryson, de 30 anos, é um dos pessimistas. “Tenho dúvidas e medo do que pode acontecer depois que a ONU for embora, disse ele em Bel Air, na região central da capital. Já a caixa de supermercado Johanne Jean Louis, de 20 anos, está otimista. “Podemos ter problemas, mas temos um governo legítimo. Não estamos em guerra. A economia pode ter problemas, porque a Minustah emprega muita gente e movimenta recursos. Mas temos que aprender a caminhar como país“, diz ela.
Fonte: G1


Foto: Tahiane Stochero/G1

Fonte:G1
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