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Alan Ruschel: “Temos que dançar conforme a música”

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ImprimirReportar erroTags:freitas, fisioterapia, relação, cara, conheço, bom, amizade e comigo394 palavras5 min. para ler
Alan Ruschel: “Temos que dançar conforme a música”
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Há 28 dias, Alan Ruschel reestreava com a camisa da Chapecoense em jogo amistoso, diante do Barcelona. Sobrevivente da tragédia aérea, o lateral-esquerdo (que agora disputa posição no meio-campo) é um dos líderes da equipe comandada por Emerson Cris. Na manhã de hoje, antes do treino realizado no CT da Água Amarela, Alan conversou com a imprensa sobre o momento em que vive e a briga da Chape pela permanência na Série A.


Preparação física
Estou me sentindo bem. Fazia muito tempo que eu não jogava, até por que no ano passado as lesões me atrapalharam. Neste ano consegui fazer três jogos em sequência. Estou adquirindo ritmo de jogo. Isso vem com o tempo. Por isso, às vezes, eu saio aos 25, 30 minutos do segundo tempo. Estamos trabalhando para que eu possa ficar o jogo todo em campo.

Opção pelo meio-campo
Como fui meia no início da carreira, facilitou para jogar na frente. Eu tinha conversado antes com outros técnicos, que eu queria voltar na frente, até por que exige um pouco menos de marcação. Dei resultado. Fui bem ali do lado. O treinador gostou e eu também gostei das minhas atuações. Então, vou ficar ali. Se o treinador precisar que eu jogue na lateral em alguma ocasião, vou ficar à disposição também.

Relação com Emerson Cris
O Emerson é um cara que eu conheço há um bom tempo. Fiz uma amizade com ele, até por que ele está comigo desde o primeiro momento de transição, da fisioterapia para o campo. Fiz algumas viagens com o time ‘B’, que ele estava com a gurizada do Júnior. Acabamos nos aproximando. Ele que me pôs para jogar, então sou suspeito para falar do Emerson. 

Criação de jogadas ofensivas
Como a gente marca mais, tem a característica de ficar atrás da linha da bola. E quando nós temos a bola e tentamos achar alguém na frente, ás vezes não encontra, por que está todo mundo marcando. Então tem que esperar, tocar a bola, rodar, para que os espaços possam abrir e a gente consiga achar alguém livre. Com o tempo vamos conseguir fazer as duas coisas ao mesmo tempo: marcar e jogar. Fora de casa, jogamos muitas vezes por uma bola e estamos achando essa bola. O futebol é feito de paciência. Temos que dançar conforme a música. 

Fonte: ClicRDC/Mateus Montemezzo


Imagem: Sirli Freitas/Chapecoense

Fonte:ClicRDC
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